Esposa gozando na siririca SP

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Esposa gozando na siririca SP

Esposa gozando na siririca SP

esposa que ama ver seu maridinho feliz, nem que para isso tenha que ser fudida em todos os buraquinhos que é o que o meu corninho gosta de ver.

Meu pau queria rasgar minha roupa, subi em cima dela, então ela fechou as penas assustada, então percebi que ela não queria, saí imediatamente de cima dela e perguntei porque ela não queria… ela falou bem baixinho que era virgem e não queria naquele momento, falei que tudo bem, beijei ela novamente, ela voltou a relaxar e suas pernas abriram novamente, voltei a chupar sua bucetinha, então ela falou que queria ver meu pau, fiquei de joelhos na cama e falei pra ela tirar ele pra fora, ai foi que percebi que ela nunca tinha visto um pau antes, nem sabia abrir meu zíper, tirei meu shorts e fiquei só de cueca, meu pau tava duro feito uma rocha então ela desceu minha cueca e arregalou os olhos quando viu ele… – É muito grande!!!… e grossa!!!, pedi pra ela tocar, ela pois a mão bem devagar toda sem jeito, tocou com a ponta dos dedos, meu pau tava escorrendo , tava muito excitado… então segurei a mão dela e comecei a fazer o movimento de subir e descer(punheta), tirei minha mão e ela continuou, que delicia, eu já tava quase gozando… pedi pra ela lamber a cabecinha, ela olhou pra mim com uma cara de assustada, então eu levantei comecei a passar a cabecinha na boca dela, bem devagar, então ela timidamente começou a passar a língua toda desajeitada, pedi pra ela abrir a boca, ela abriu só um pouco, só coube a cabecinha, ela deu uma chupadinha como se fosse um sorvete. Dei uma mordidinha na sua orelha e disse: “eu posso te proporcionar muito mais prazer do que so uma siririca… posso te chupar todinha ate vc gozar… vc quer?” Era uma grande sacanagem o que eu estava fazendo com ela! Logico que ela queria e que nao teria coragem de me pedir! Mas eu tinha que faze-la se libertar dessa prisao que ela vivia, por isso comecei uma especie de tortura… comecei a estimular, bem devagar, o seu clitoris com a ponta do dedo indicador e perguntava: “vc quer, Anne??” Como ela nao me respondia continuamos com esse ritual algum tempo.