Gordinha Safada Ama Porra 3

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Gordinha Safada Ama Porra 3

Gordinha Safada Ama Porra 3

Desliguei o pc e fui até o local, chegando lá ainda dentro do carro com pelicula G5 extremamente escura notei uma moça gordinha que estava meio que escondida atrás de uma parede lateral ao prédio. Coloquei a cabecinha no cuzinho dela e ela começou a soltar ums gemidinhos, com mistura de dor que tava me deixando cada vez mais maluco, nisso fui empurrando aos poucos e ela gemendo falando pra nao enfiar tudo de uma vez, e continuei ate ele entrar todo, quando entrou todo, falei pra ela que ia começar a bombar no cuzinho dela que era pra ela aguentar, e ela disse que podia mandar ver, ai comecei a empurrar de vagarinho e tirar, quando vi que ja tava no ponto comecei a cutucar firme ela, e ela la gemendo, segurei ela pelos cabelos e comecei a comer aquele cuzinho bem forte, escutava o barullho da bundinha dela batando em meu corpo, aquele cuzinho tava me deixando louco, e ela pedindo cada vez mais, e eu cada vez mais bombando, segurando seus seios e depois metendo o dedinho na buceta dela enquanto comia seu curzinho que ja nao era mais virgem, até quando falei que ia encher o cuzinho dela de porra e ela falou que ele era todo meu que eu fazia o que quiser com ele, foi quando soltei um jato de porra dentro do cuzinho dela, deixando ela todo meladinho, depois ainda enfiei no boca dela.

Ela afastou a mecha da testa suada e convidou:– Me pega por trás. Falei de sacanagem: Minha filha, seu cuzinho parece que já levou muito rola hoje… ela riu amarelo e disse: Esse cuzinho é só você que come… Que safada!!… MAS meu tesão era demais… Não sabia porque!! Sabia que estava adorando ser corno.

Fui metendo mais rapido e ela fazia uns movimentos com o corpo igual ao que a gente faz quando dá um expirro, se tremia toda, mais muito rapido , ai eu notei que o pau já deslizava bem mais facil, ela havia gozado antes de mim. Sem nem ousar me sentar, fui até o bar e encontrei o tratante responsável por tamanha proeza, vestido bem a caráter: de palhaço! – Você não presta cara, olha so o que me aprontou! – reclamei, enquanto ele gargalhava.