Novinha da buceta molhada batendo siririca

Novinha da buceta molhada batendo siririca

Novinha da buceta molhada batendo siririca

Me virou de bruços e senti sua língua penetrar meu cu enquanto seus dedos masturbavam minha xota em seguida enfiou seus dedos também em meu cu é começou uma dupla penetração me deixando louca, não demorou para que eu atingisse o orgasmo entre espasmos, ela sorriu e lambeu seus dedos limpando o suco de minha buceta, mas eu queria mais agarrei – a novamente e comecei a despir suas roupas ela relutou dizendo que estava suada mas eu não queria saber só queria chupar toda aquele corpo, por fim ela consentiu e pude constatar que estivera certa sobre ela, tinha um corpo maravilhoso, másculo para uma mulher, e sem perder tempo me posicionei sobre ela e começamos um maravilhoso 69.

fode essa tua puta…Quero ser tua puta !!!Aumentei os movimentos e as chupadas…Batia nas suas nádegas…ela gemia alto, dizendo: …Quero o pau, quero chupaarrr…adoro chuparrr… ela explodiu, gozando sem parar…tirei a boca, fiqui em pé e ela abocanhou o pau…fez entrar tanto, que senti a sua garganta…meus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela, sentindo a quentura e o tremor dos músculos…o pau todo molhado entrava e saía da sua boca…Não aguentei e antes de explodir, tirei o pau…ela com as duas mãos, segurava entre os seios, me masturbando…meus dedos continuavam a invadir a bucetinha toda molhada…gozei jatos e jatos de leite quente entre os seios e nos mamilos endurecidos…Ela espalhou o líquido pelos seios…e com uma tesao dominadora, me agarrou pelos cabelos, fazendo chupar os mamilos durinhos e esfregando minha boca pelos seios molhados, gozando novamente. Estávamos numa espécie de transe, de olhos fechados, e quando os abrimos, Thais também estava em uma maravilhosa siririca, roçando a bucetinha encharcada na quina da mesa. No domingo pela manhã acordo com o sol batendo em minha cama, e já não fazia tanto frio assim, olho ao meu lado e meu filho não está, ouço uma respiração ofegante vindo da sala, me levanto devagar e olho meio escondida e lá estava meu filho batendo uma deliciosa punheta, aquela visão me excitou na hora, pois sempre fui tarada por membros iguais ao dele, grossos e com uma grande cabeça vermelha.

Ela era uma raimunda novinha e bunduda.