Sobrinha Putinha Transando Com Tio Tarado

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Ela ficou contente, escapar o buzão é sempre bom, mas também acho que esperava algo mais:-Beleza paizinho, então vamos juntos hoje…soltinhos por aí?A mãe dela riu achando a expressão da filha meio estranha:-Ultimamente você está meio estranha com seu pai Mari, o que vocês dois estão tramando?Pronto! Pensei, ela já está desconfiada preciso calar a Mari logo…Peguei o carro e saí com minha filha, peguei o caminho para o cursinho e ela protestou:-Naninha pai! Não pense que eu vou para o cursinho…vamos já para o motel!Tentei ainda salvar a bizarra situação:-Veja Mariangela, isso que você quer é muito estranho, não me sinto bem com a situação…Ela muito firme e demonstrando maturidade:-É paizinho? Mas quando você comeu a Flavinha estava tudo bem, não é? Não se preocupe pai, a muito tempo já não sou mais virgem, mas já cansei dos garotos bobos e desajeitados, sei que com os mais velhos é melhor mas quero começar com você papai, a Flávia me falou como você é gostoso e como fez ela gozar muitas vezes.

Eu não respondi, não conseguia pensar, se abrisse a boca não sei se iria implorar que ele me comesseou o chamar de vagabundo tarado. "Chegando no sofá, o Gilberto sentou-se, colocou as mãos em minha cintura e me puxou para baixo.

"-O que acha?"Julia estava verdadeiramente uma putinha no cio, tanto eu, quanto ela estávamos insaciáveis, adorava quando a colocava de 4 pegava umas cordas, amarrava ela todinha e enquanto socava tudinho em sua bucetinha, enfiava um bullet no seu cuzinho, ela gemia e gozava bem gostoso.

Falei então que ia ser muito sensual vê-la transando com outro homem, se possivel um bem-dotado. Fui metendo devagar com firmeza e minha sobrinha instintivamente foi se abrindo entre gemidos, quando entrou tudo senti meu pau sendo sugado, a menina queria mais.

Isabel abriu sua boca bem devagar, sentia seu hálito gelado e com cheiro de hortelã. – Sussurrou Isabel atrás de mim.